Bispo médico fala da gravidez de menina violentada dos 6 aos 10 anos



"Protejam essa menina. Ela já sofreu muito." Ela acusou o próprio tio de tê-la violentado desde que tinha 6 anos. O bispo, que também é médico formado pela USP, questionou o aguerrido engajamento de movimentos pró-aborto para desestimar os movimentos pró-vida como se a defesa da vida da menina e do bebê fosse um ato de "insensibilidade" ao trauma do estupro.

Dom Antônio definiu a pressão pró-aborto como "ditadura da ideologia da morte".

Ele observou que os médicos de Vitória, capital do Espírito Santo, respeitaram "a sua profissão toda ela voltada para a defesa da vida e alívio do sofrimento", recusando-se a realizar o aborto. A menina-mãe foi então levada para Recife, onde o aborto foi realizado na manhã desta segunda, 17. Protejam essa menina. "Nesse caso, a da mãe, de 10 anos de idade, e a do bebê, o seu filho já com 5 meses e meio de vida"

parcialidade na argumentação sobre trauma

O caso foi tratado pela mídia com viés ideológico pró-aborto, enfatizando-se que a menina tinha engravidado em decorrência de violência sexual e que o aborto seria uma espécie de "tratamento" do trauma do estupro. O aborto não apenas não "apaga" o hediondo fato do estupro, como ainda pode acrescentar-lhe o trauma adicional do próprio aborto.

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